São Paulo Apóstolo responde à Olavo de Carvalho sobre o homossexualismo

São Paulo

Como afirmamos na postagem passada, Olavo de Carvalho defende abertamente que o homossexualismo não é anti-natural. Em um vídeo publicado no Youtube, ele não só critica os católicos (leigos e sacerdotes) por chamarem assim o homossexualismo, como também dá a entender que quando se faz isso, se atenta contra a dignidade das pessoas homossexuais. Ironicamente, neste mesmo vídeo, Olavo afirma que a Bíblia nunca considerou o homossexualismo como “antinatural”, mas somente como “pecado”. Mas será que Olavo tem razão? Responde-nos São Paulo Apóstolo, inspirado pelo Divino Espírito Santo:

“Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais EM RELAÇÕES CONTRA A NATUREZA. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.” (Romanos 1,26-27)

Percebe-se, portanto, que é a própria Bíblia que diz que o homossexualismo contraria a natureza e é, portanto, anti-natural. O mesmo ensina o Catecismo da Igreja Católica:

“A homossexualidade designa as relações entre homens ou mulheres, que experimentam uma atracção sexual exclusiva ou predominante para pessoas do mesmo sexo. Tem-se revestido de formas muito variadas, através dos séculos e das culturas. A sua génese psíquica continua em grande parte por explicar. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves a Tradição sempre declarou que «os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados». SÃO CONTRÁRIOS À LEI NATURAL, fecham o acto sexual ao dom da vida, não procedem duma verdadeira complementaridade afectiva sexual, não podem, em caso algum, ser aprovados. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, OBJECTIVAMENTE DESORDENADA, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.” (Catecismo da Igreja Católica, item 2357-2358).
Ficamos do lado de São Paulo e da Santa Madre Igreja.

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