Pequeno catecismo contra o evolucionismo

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André Messias

1.    O que é o evolucionismo?

O Evolucionismo é uma pseudoteoria científica baseada no livro ‘’A Origem das Espécies” de Charles Darwin, mas que é bem anterior ao livro e deriva de pensamentos Antigos de seitas esotéricas e de filosofias liberais e que prega um transformismo de uma espécie para outra.

2.    Por que o evolucionismo seria uma pseudoteoria?

Porque para que algo seja qualificado como teoria precisa de provas e de evidências científicas, algo que o evolucionismo carece. Isso, aliás, é dito pelos próprios cientistas evolucionistas.

3.    Podeis citar um exemplo de um cientista evolucionista admitindo a ausência de evidências dessa suposta teoria?

Podemos citar vários exemplos: desde o aparecimento da teoria darwinista, ela suscitou objeções que a ciência tem confirmado.

Em 1871, St George Mivart levantou argumentos que continuam de pé contra o evolucionismo darwinista:

“O que caberia alegar (contra o darwinismo), poderia ser resumido da seguinte forma: que a “seleção natural” é incapaz de explicar os estágios incipientes das estruturas úteis. Que não se harmoniza com a coexistência de estruturas muito semelhantes, de origem diferente. Que há fundamentos para pensar que diferenças específicas podem ser desenvolvidas súbita, e não gradualmente. Que ainda é sustentável a opinião de que as espécies têm limites definidos, embora muito diferentes, para sua variabilidade. Que certas formas transicionais fósseis estão ausentes, quando se poderia esperar que estivessem presentes… Que há numerosos fenômenos notáveis em formas orgânicas sobre os quais a “seleção natural“ pouco tem a dizer” (Cfr. Michael Behe, A Caixa Preta de Darwin, Zahar, Rio, 1996, p. 39).

E vários destes argumentos ainda não foram respondidos, e, após um século de pesquisas e de propaganda maciça, eles continuam de pé.

Nos últimos tempos, muitos cientistas têm se pronunciado contra a teoria evolucionista, e especialmente contra o Darwinismo. Michael Behe dá muitas citações de cientistas famosos que se mostraram desiludidos com o Darwinismo. Eis algumas dessas citações:

Richard Goldschimidt, famosos geneticista, já na década de 1940 — portanto bem antes da descoberta do DNA e do desenvolvimento da Bioquímica — se mostrava desencantado com a teoria evolucionista darwiniana, chegando então a propor a teoria do chamado “monstro esperançoso”: um réptil, por exemplo, poderia ter um ovo do qual teria nascido uma ave. (Cfr, M. Behe, op. cit. p. 35).

O famoso paleontólogo Nils Elredge – fundador com Jay Gould da teoria evolucionista do “equilíbrio pontuado” -declarou:

“Não é de espantar, que os paleontólogos tenham ignorado a evolução por tanto tempo. Aparentemente, ela jamais ocorre. A coleta cuidadosa de material na face de penhascos mostra oscilações em ziguezague, pequenas, e uma acumulação muito rara de leves mudanças — no decorrer de milhões de anos, a uma taxa lenta demais para explicar toda a mudança prodigiosa que ocorreu na história evolutiva. Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, isso ocorre em geral com um estrondo e, não raro, sem nenhuma prova sólida de que os fósseis não evoluíram também em outros lugares! A evolução não pode estar ocorrendo sempre em outros lugares. Ainda assim, foi dessa maneira que o registro fóssil pareceu a mitos desesperados paleontólogos que queriam aprender alguma coisa sobre a evolução“. (M. Behe, op. cit., p. 36).

Dois biólogos ingleses, Mae-Wan Ho e Peter Saunders, afirmam:

“Passou-se aproximadamente meio século desde a formulação da síntese neo darwiniana. Grande volume de pesquisa foi realizado dentro do paradigma que ela define. Ainda assim, os sucessos da teoria se limitam às minúcias da evolução, tal como a mudança adaptativa da coloração de mariposas, ao mesmo tempo que pouquíssimo tem a dizer sobre as questões que mais nos interessam, como, para começar, de que maneira surgiram as mariposas” (Apud M. Behe, op. cit. p. 37).

O geneticista John McDonald mostra um enigma inexplicável pelo darwinismo:

“Os resultados dos últimos vinte anos de pesquisa sobre a base genética da adaptação levaram-nos a um grande paradoxo darwiniano. Aqueles [genes] que são obviamente variáveis em populações naturais não parecem constituir a base de muitas das grandes mudanças adaptativas, enquanto que aqueles [ genes ] que parecem constituir, de fato, o fundamento de muitas, senão da maioria, das grandes mudanças adaptativas, aparentemente não são variáveis em populações naturais“.

Noutras palavras, os genes que variam, não causam mudanças;

os genes que não variam, causariam adaptações.

Exatamente o oposto que o darwinismo exige!

Jerry Coyne, do Departamento de Ecologia e Evolução da Universidade de Chicago, sentencia:

“Concluímos — inesperadamente — que há poucas provas que sustentem a teoria neo darwiniana: seus alicerces são fracos, assim como as evidências experimentais que a apoiam” (Apud M. Behe, op. cit. p. 37).

Outro geneticista, John Endler, Da Universidade da Califórnia, afirmou:

“Embora se saiba muita coisa sobre mutação, ela ainda é, na maior parte, uma “caixa preta” no que diz respeito à evolução. Funções bioquímicas novas parecem ser raras na evolução, e a base de sua origem é virtualmente desconhecida” (apud M. Behe, op. cit. p. 38).

Também os mais recentes estudos matemáticos têm se mostrado contrários à teoria evolucionista. Hubert Yockey, teórico da informação, diz que a “informação necessária para iniciar a vida não poderia ter surgido por acaso, e sugere que a vida seja considerada um dado, como a matéria e a energia” (M. Behe, op. cit. p. 38).

Num simpósio de matemáticos e biólogos realizado em 1966 no Wistar Institute de Filadélfia, os matemáticos mostraram que o tempo para que houvesse as mutações necessárias para a formação de um olho era absolutamente insuficiente para que isto se tivesse dado, e concluíram:

“Há uma grande lacuna na teoria neo darwiniana da evolução, e acreditamos que ela é de tal natureza que não possa ser conciliada com a concepção corrente da Biologia” (Apud M. Behe, op cit. p. 38).

Mesmo quem não nega frontalmente o darwinismo, o coloca em dúvida.

Martin Kauffman, do Santa Fe Institute, escreveu:

“Darwin e a evolução nos dominam, quaisquer que sejam as queixas dos cientistas criacionistas. Mas será correta essa tese? Melhor ainda, será adequada? Acredito que não. Não é que Darwin tenha errado, mas sim, compreendido apenas parte da verdade”. (Apud M. Behe, op. cit. p. 38).

É bem difícil entender como Darwin elaborou uma teoria não “correta”, nem “adequada”, e, ao mesmo tempo, que não fosse “errada”. Veja-se nessa declaração o temor de contrariar o evolucionismo, esse ídolo do mundo moderno.

Klaus Dose, ilustre cientista especializado no problema da origem da vida, concluiu:

“Mais de trinta anos de experimentação sobre a origem da vida nos campos da evolução química e molecular levaram a uma percepção mais clara da enormidade do problema de seu aparecimento na Terra, em vez de à sua solução. Atualmente, todas as discussões sobre os principais experimentos e teorias nesse campo terminam em um impasse ou numa confissão de ignorância” (Apud M. Behe, op. cit. p. 172).

Michael Behe:

“A afirmação da existência da evolução molecular darwiniana é simplesmente bazófia”.

4.    Então por que o evolucionismo ainda é definido como uma certeza absoluta?

Porque o evolucionismo virou um dogma moderno que se encaixa perfeitamente na mentalidade relativista de hoje,sendo o único dogma do mundo relativista moderno. Isso não é de se estranhar, pois o evolucionismo possui origens esotéricas e filosóficas ao invés de científicas.

5.    Quais são as origens esotéricas do evolucionismo?

O evolucionismo deriva de seitas esotéricas e gnósticas antigas, tendo um forte viés cabalista. O especialista em gnose Jaques Lacarrière aponta ,em seu livro “Les gnostiques’’, que o pré-homem miserável- que daria origem ao homem atual após receber a centelha divina gnóstica- descrito pelos membros da seita do gnóstico Saturnino,  lembra os primeiros anfíbios que teriam deixado as águas para viver em Terra Firme na teoria Darwinista. O especialista  em Cabala Judaica Gerson Scholem mostra ,em seu livro ‘’ Sabbatai Sevi” ,que por volta de 1300-1325 na Espanha um Rabbi  Cabalista chamado Joseph Ben Shalom Ashkenozi desenvolveu uma teoria chamada ‘’ lei da transformação geral’’ que pregava uma evolução constante de tudo que existe das pedras até os seres angélicos, culminando na transformação nas Sefirots divinas da Cabala. Seus escritos influenciaram Picco della Mirandola e vários esotéricos da renascença. Isso mostra que desde o início a ideia de Evolução teve um viés ” religioso ” e isso se perpetuou especialmente nas sociedades secretas.

 

6.    Quais as origens filosóficas do evolucionismo?

Na verdade, o evolucionismo é um capítulo inserido na História da Filosofia e na História da Religião, no Ocidente. Ele só pode ser verdadeiramente entendido em seu contexto cultural.

“(…) o pensamento evolucionista de Darwin não era uma simples hipótese científica que ocorreu para combater idéias religiosas admitidas em certas questões de fato. Era, antes, o produto e, uma parte essencial, de uma Weltanschauung — uma visão do mundo — proximamente ligada à produção da revolução industrial e às revoluções políticas, principalmente à Revolução Francesa, estes grandes acontecimentos históricos desenrolados entre os anos 1776 e 1848”. (Howard E. Gruber, op. cit. p. 47). Portanto, o darwinismo só pode ser entendido como parte de uma “visão do mundo” — de uma Weltanschauung — e de uma Weltanschauung revolucionária.

 

O próprio Darwin, em sua Autobiografia, confessa que foi ao ler uma obra de Malthus sobre população que teve a ideia da seleção natural, através da luta pela sobrevivência, a qual faria sempre o mais fraco ser eliminado.

 

Stephan Jay Gould, defensor de um evolucionismo reformado, citando os últimos estudos de Howard E. Gruber e Silvan S. Schweber sobre a vida de Darwin mostra como o fundador do evolucionismo moderno não se fundamentou na biologia para estabelecer sua teoria.

 

“Ao ler o relato pormenorizado de Schweber dos momentos que precederam a formulação da teoria da seleção natural por Darwin, fui particularmente tocado pela ausência de influências decisivas a partir de seu próprio campo, a biologia. Os precursores imediatos foram um cientista social [Comte], um economista [Adam Smith] e um estatístico [Adolph Quetelet]” (S. Jay Gould, O polegar do Panda, p.55).

 

Jay Gould diz que a obra de Schweber demonstra que “as peças finais [da teoria da evolução de Darwin] não surgiram a partir de novos fatos da história natural, mas das incursões intelectuais de Darwin em campos distantes. Ao ler uma extensa revisão do “Cours de Philosophie positive — o trabalho mais famoso do filósofo [Sic!] e cientista natural [Sic!] Augusto Comte — Darwin ficou particularmente impressionado com a insistência do autor em que uma teoria adequada deve ser profética [Sic!] e, no mínimo, potencialmente quantitativa” ( S. Jay Gould, O polegar do panda, p. 55)

 

“De fato, acredito que a teoria da seleção natural deveria ser vista como uma analogia ampliada – se consciente ou inconsciente da parte de Darwin, não sei — à economia de do laissez-faire, de Adam Smith” (Jay Gould, op. cit. p. 55).

 

E mais:

 

“A teoria da seleção natural constitui uma transferência criativa, para a biologia, do argumento básico de Adam Smith a favor de uma economia racional: o equilíbrio e a ordem da natureza não surgem de um controle externo mais elevado (divino) ou da existência de leis operando diretamente sobre o todo, mas sim a partir da luta entre indivíduos pelos seus próprios benefícios” (em termos modernos, pela transmissão de seus genes a gerações futuras através do êxito diferencial na reprodução). (Jay Gould, op. cit. p. 56).

Apesar dos Darwinistas tentarem minimizar essas influências fica evidente que ela foi determinante para os estudos de Darwin.

7.    Além desses problemas há erros na conjectura darwinista em si?

Sim, especialmente nos principais conceitos que são a seleção natural e o transformismo

8.    Qual o erro da Seleção natural?

A Seleção Natural é uma grande tautologia sem sentido, ou seja, um raciocínio circular. A Seleção Natural diz que os mais aptos sobrevivem — até aí tudo bem; mas ao mesmo tempo diz que os mais aptos são aqueles que sobrevivem. Concluímos, então, que a Seleção Natural prega a sobrevivência dos sobreviventes… É uma tautologia “por que a espécie sobreviveu? Porque era a mais apta. Por que era a mais apta? Porque ela sobreviveu”. Esse é um raciocínio circular que qualquer um que olhe sem preconceito percebe. Disso tiramos que é impossível se Falsear o Darwinismo, conforme disse o Filósofo da ciência Karl Poper. Esse mesmo filósofo definia como científico aquilo que pode ser falseável ,ou seja, provado como falso, o que excluiria o Darwinismo da ciência. Então, por exemplo, se um cavalo tem casco os Darwinistas dirão que é porque ele correu muito no seu ambiente e ,por isso, desenvolveu um casco; mas, no mesmo ambiente há antílopes que correm muito e não tem casco: os Darwinistas dirão que eles não os têm também porque esses correrem muito e precisam de velocidade. A Girafa tem pescoço grande, pois come folhas altas, mas a tartaruga, do mesmo ambiente, tem pescoço curto porque come folhas baixas. É impossível falsear o Darwinismo, pois eles são escorregadios– só isso já tira sua classificação como ciência. Isso é resultado de aderirem a um raciocínio circular e sem lógica como a seleção natural.

9.    Qual o problema do transformismo?

O transformismo entre espécies – além de ser contra a filosofia Tomista que prega que o Ser tende a se preservar – é algo não verificado na realidade sendo por vezes confundida com mudança e adaptação entre espécies. Então, por exemplo, o famoso caso da Bactéria que sobreviveu ao antibiótico e se proliferou sendo resistente a ele. Isso é usado como exemplo de evolução e seleção natural, mas é absurdo por no mínimo dois fatores: 1- A bactéria não mudou. Sempre existiu uma bactéria resistente naturalmente aos antibióticos e devido a estes terem matado as outras bactérias essas puderam se proliferar não houve evolução;2- Ainda que a Bactéria tivesse mudado devido a ação do antibiótico, e assim sobrevivido, ela continuaria sendo a mesma bactéria só que adaptada a esse antibiótico. Não houve mudança de espécie. Outros casos como os das borboletas brancas e negras na época da revolução industrial também entram nisso ou se preserva um tipo da espécie ou ela se adapta, mas não há mudança de espécie isso é um delírio dos Darwinistas.

10. Mas o que dizer dos fósseis eles são reais?

Em primeiro lugar os fósseis são verdadeiros e não há porque negar. Na verdade, a Paleontologia só contradiz o Darwinismo, pois mostra que não há uma gradação evolutiva com ancestrais comuns como os evolucionistas querem, mas sim um salto entre os fósseis das diferentes camadas geológicas. Repentinamente, nas camadas geológicas do Cambriano, aparece um tão grande número de fósseis de tão variados tipos — inclusive com vertebrados — que se fala da “explosão de vida do Cambriano”. Se a teoria darwiniana fosse verdadeira, dever-se-iam encontrar fósseis predecessores desta “explosão de vida cambriana”. Nada existe antes que possa explicar o surgimento de tão grande número de espécies tão diversas e tão complexas. E as espécies encontradas e que sobreviveram durante largos períodos geológicos nunca evidenciaram sinais de evolução.

Até mesmo cientistas insuspeitos de serem anti-evolucionistas confessam que o aparecimento explosivo de novas espécies no Cambriano, sem nenhum antepassado comprovado, “ maior mistério da história da vida” (George Gaylord Simpson, apud D. T. Gish, op. cit. p. 56). O próprio Elredge – um dos fundadores a teoria evolucionista do “equilíbrio pontuado” –reconhece que a fauna de Edicara e a “explosão cambriana” constituem um grande desafio para a Ciência. Entenda-se, para  o evolucionismo.

Elredge tenta solucionar este mistério dizendo que não se acharam fósseis antecessores da vida cambriana, porque os seres do Pré-Cambriano eram de corpo mole, o que teria impedido a formação de fósseis. Ora, se fosse assim, não se teria podido conhecer a existência dos animais de corpo mole de eras geológicas passadas. lembrando que, se foram achados indícios de seres microscópico e de unicelulares, com maior razão podem ser encontrados sinais de vida de animais de corpo mole do Pré-Cambriano. Conclui-se que não foram achados, até hoje, os fósseis intermediários entre os seres do Pré-Cambriano e os do Cambriano. Neste ponto também o evolucionismo darwinista ou moderno carece de comprovação.

11. E os fósseis de supostos hominídeos ancestrais do homem?

Deixamos essa resposta com o Dr Raul Leguizamon – especialista em evolucionismo- Em matéria sua publicada na Revista SEMPER em 2001 cujo nome foi “Teoria da Evolução contra a ciência e a Fé (o conto do macaco)”:

“E ainda que o leitor não acredite, existem, definitivamente, fósseis de macacos que mostram semelhanças com o homem. Assim é. Acontece que alguns restos fósseis de macaco têm incisivos e caninos mais pequenos que outros macacos, em forma semelhante aos do homem. Isto constitui, para muitos investigadores, uma “demonstração” de que estes macacos teriam sido nossos antepassados, sem ter em conta – ao que parece – que existem macacos vivos (o Babuíno Gelada, por exemplo) que também têm incisivos e caninos pequenos – como os do homem – sem deixarem por isso de ser menos macacos que os seus congêneres.
Inclusivamente, o antropólogo Clifford Lolly assinalou, há mais de vinte anos, que as ínfimas variações no tamanho e forma dos dentes de um animal são simplesmente o produto de uma adaptação a um tipo especial de dieta e que carecem de qualquer significação genealógica.
Outros restos fósseis de macaco parecem indicar que os ditos seres caminhavam de forma aproximadamente ereta (bípede), com o que se conclui, triunfalmente, que esses macacos estavam fazendo-se homens.
O que, geralmente, muitos autores se esquecem de esclarecer o público, é que vários macacos atualmente (Hilobates moloch, Pan paniscus, entre outros) caminham de forma aproximadamente ereta. Mas, que eu saiba, nenhum destes simpáticos primatas manifestou o mínimo sentimento de assombro, nem de júbilo, nem sequer de horror (que seria muito mais lógico), ante a apaixonante aventura de se estarem transformando em seres humanos.
Mas, perguntará algum leitor, que se passa com o famoso Homem de Neanderthal, o Pitecanthropus erectus, os Australopithecus africanos? Não são estes verdadeiros “hominídios”, antepassados do homem?
Vamos por partes. Para começar, digamos que o Homem de Neanderthal não é certamente um “hominídio”. Apesar da “difamação antropológica” darwinista (a expressão é do famoso antropólogo americano Ashley Montagu), que o mostrou durante cem anos (e ainda hoje!) como um bruto semi-curvado, de aspecto feroz e estúpido, cacete ao ombro e escondido na sua caverna, hoje é fato universalmente aceite que o Homem de Neanderthal era completamente sapiens, ainda que com algumas degenerescências produzidas por enfermidades (artrite e raquitismo) e por circunstâncias ambientais adversas.
Apesar do carácter plenamente humano do Homem de Neanderthal ser conhecido desde 1957, é freqüente ainda hoje, todavia, encontrar a sua representação semi bestial; e não só em livros e revistas de divulgação. Não! Por exemplo, o modelo recente semi-bestial do Homem de Neanderthal foi retirado do Museu Field de História Natural de Chicago em 1975. Foi lançado ao lixo, lugar que lhe correspondia? Não senhor, foi retirado do primeiro piso (origens do homem) e colocado no segundo piso, junto aos dinossauros, com uma legenda que diz: “modelo alternativo, do Homem de Neanderthal” (!). É de sublinhar que a secção dos dinossauros é a mais visitada, em especial por crianças e jovens das escolas e colégios… Este é um exemplo acabado de “honestidade científica “.
A respeito dos assim chamados “Homo erectus” (Pitecanthropus e Sinanthropus), haveria muito que dizer. Dos achados originais que deram lugar a este grupo taxonômico, um deles, o Homem de Java (Pitecanthropus erectus), teria sido – segundo o seu próprio descobridor, E. Dubois – simples e unicamente um macaco (gibão) de grande tamanho. O outro, o Homem de Pekin, tem todas as aparências de ter sido outra de tantas fraudes que se cometeram neste assunto. Os supostos “Homo erectus” descobertos mais recentemente em África (Leakey e Walker, 1984) parece que, pelas descrições, seriam neanderthales isto é, sapiens.
Em relação aos tão falados Australopithecus de África (incluindo Lucy) desde já esclareço, leitor, que estes são seres definitivamente macacos, não há discussão a tal respeito: um metro de estatura; capacidade craniana entre 500 e 600 c.c. (como o chimpanzé, por exemplo; a do homem é de cerca de 1.500 c.c.); forma do crânio “caracteristicamente simiesca” (Lord Zuckerman); capacidade para deslocar-se pelos ramos como ou melhor que o orangotango (Charles Oxnard), etc.
Todos esses outros nomes que se lêem ou escutam (Ramapiteco, Dryopiteco, Kenyapiteco, Sivapiteco, etc.) são todos, sem excepção, “macacopitecos”.
O problema está em que o termo “hominídio” designa, precisamente, qualquer macaco que caminhasse mais ou menos como bípede, ou que o seu descobridor sustenta que caminhava, e que tenha dentes mais pequenos que os outros macacos. Isso já é bastante para graduar-se como “hominídio” e para que o seu descobridor (ou inventor) se transforme, da noite para o dia, num Júlio César da antropologia.
Com respeito a estes critérios, tampouco se duvida que sejam demasiado exagerados, já que com apenas um dente, um pedacinho de mandíbula ou um bocado de crânio, um antropólogo pode reclamar o estatuto de “hominídio” para o seu achado.
Em última instância, um “hominídio” é qualquer coisa que um antropólogo batize como tal… Inclusivamente um Homo sapiens, como sucedeu ao Homem de Neanderthal!
Ainda que haja logo retratações ou refutações, o fato é que na história da Antropologia abundam os exemplos de “hominídios” criados desta maneira. Basta recordar, por exemplo, o famoso Homem de Nebrasca, “criado” em 1922 com base num molar, que logo se descobriu pertencer a um pecari.
Nas ilustrações da época apareciam o senhor e a senhora Homem de Nebrasca com os seus dois filhos, varão e nina – decerto a família tipo, digamos; indumentária: tanga, naturalmente; habitação: caverna, claro está; ele de cacete ao ombro, ela amamentando, etc. Tudo isto, repito, com base num molar de pecari, espécie de porco selvagem americano.
A partir de 1960 e durante vinte anos, o antropólogo David Pilbeam sustentou que o Ramapiteco era um “hominídio”, baseado num par de dentes e nuns bocadinhos de mandíbula. Em 1984 mudou de opinião e agora crê que é um macaco qualquer. Mas, entretanto, o seu publicitado Ramapiteco valeu a Pilbeam passar de professor de Antropologia da Universidade de Yale para a de Harvard (nada menos!). Isto, se não demonstra a evolução do Ramapiteco, pelo menos prova a “evolução” de Pilbeam.
Em 1980, famoso o antropólogo americano Noel Boaz chamou clavícula de um “hominídio” ao que logo se viu ser a costela de um golfinho! Segundo este antropólogo, a forma da clavícula sugeria que o ser em questão era um chimpanzé que caminhava ereto. Como haveria de ser batizado este “hominídio”? “Blooperpithecus“, talvez? (“Blooper” é o termo inglês que designa um engano embaraçoso – N. T.) Em 1984 teve que cancelar-se apressadamente um congresso internacional de antropologia em Espanha, durante o qual ia ser apresentado à sociedade o recentemente achado Homem de Orce (Andaluzia), por se descobrir que o fragmento de crânio encontrado pertencia, na realidade, a um burrico.
Enfim, a lista é longa. E é talvez por isso que Sir Solly Zuckerman, uma das máximas autoridades mundiais em anatomia, no seu livro Beyond the lvory Tower nega o caráter científico de todas estas especulações sobre fósseis, comparando o estudo dos supostos antepassados fósseis do homem com a percepção extra-sensorial(!), no sentido de estarem ambas as atividades fora do registo da verdade objetiva, e onde qualquer coisa é possível para o crente nas ditas atividades.”

O Artigo encontra-se completo na internet e traduzido para quem quiser ler

12. Nesse caso Adão e Eva existiram de fato?

Sim, já mostramos no nosso último artigo (https://salveroma.com/2019/12/13/a-igreja-catolica-condena-de-fato-o-evolucionismo/) que um católico é obrigado a defender uma interpretação Literal da Bíblia o que é diferente de uma interpretação ao pé da letra.

13. Podeis diferenciar a interpretação Literal e interpretação ao pé da letra?

Literal é o sentido real que o autor Sagrado quis passar. Então, por exemplo, Moisés quis falar de Adão e Eva e da criação como um fato Histórico, mas usou sim algumas metáforas como dizer que Deus “ pegou com as Mãos Adão” ou que Ele se “ Se arrependeu de criar a humanidade “ isso são coisas claramente metafóricas e que ,se interpretadas ao pé da letra, contrariam a razão. O Sentido Literal é o sentido que o autor Sagrado quis transmitir e nos é dado pelo Magistério Infalível que condenou, sob o Papado de Pio XII na Encíclica Humani Generis, a tese de que gênesis é só um livro de fábulas que deve ser lido de forma simbólica excluindo o sentido histórico como herética.

14. Se Adão e Eva eram os primeiros Homens como seus filhos tiveram filhos?

É dito em gênesis que Adão teve filhos e filhas. Caim, por exemplo, deve ter tido filhos com alguma de suas irmãs

15. Isso não caracterizaria um pecado de incesto?

O incesto só foi condenado em Deuteronômio, mas já era condenado pela Lei natural. Todavia, sem essas relações a humanidade não poderia se perpetuar. Não havia como já que não haviam outros seres humanos então foi algo tolerado naquele tempo. Da mesma forma, o Divórcio e a Poligamia foram tolerados no tempo dos Judeus anteriores a Cristo devido “a dureza de seus corações” – ainda que sempre fossem condenados pela Lei Eterna Divina –, mas posteriormente foram condenados por Cristo que esclareceu a malícia de tais atos.

16. Se não haviam outros seres humanos Caim estava com medo de quem mata-lo?

Caim estava com medo de ser morto por animais selvagens que, após o pecado original, deixaram de obedecer ao homem. Isso, aliás, está no Midrash (método de interpretação judaica), em um diálogo entre Deus e Caim, o Senhor diz: “Vou protegê-lo, colocarei em sua testa O Meu Nome. Quando os animais o virem, ficarão com medo e não o atacarão.

17. Se os Filhos de Adão e Eva cruzaram entre si por que não tiveram filhos nascidos com anomalias?

Porque o DNA de Adão e Eva era perfeito. Eva foi criada como um clone de Adão tanto que, por isso, Deus usou a costela onde havia células tronco. As anomalias começaram após o pecado original com o passar do tempo devido a mutações e degenerações. Justamente quando o incesto passou a ser definitivamente condenado.

18. Se toda humanidade veio de Adão e Eva por que as raças são diferentes como negros e brancos?

Muito provavelmente Adão e Eva eram pardos já que Deus criou Adão do Limo da Terra e o nome de Adão deriva do hebraico “ADAMA’’ que significa terra. Sendo Pardos podem cruzar e gerar outras raças, mas ainda que não fossem muito provavelmente, pela mudança de ambiente que os descendentes de Adão se submeteram, a humanidade passou por vários processos de mutação que alteraram genes relacionados com a cor da pele. As mutações benéficas foram preservadas. Quem achar que isso parece Darwinismo é porque não sabe o que é Darwinismo. O Indivíduo pode mudar de pele e de raça, mas não de espécie isso não é transformismo Darwinista é genética. Assim, os negros podem ter acabado sofrendo mutações que geraram sua cor de pele assim como os brancos. Não se pode descartar também as alterações epigenéticas que consistem no meio gerando modificações nos indivíduos por meio de metilação e transferindo isso aos seus descendentes. Assim, negros ficariam com pele mais escura por se expor ao sol que gerou essas alterações. Brancos por não se exporem e assim sucessivamente cada alteração explicada dentro desse campo genético com um determinado contato ambiental.

19. Enquanto aos tipos sanguíneos como o Sistema Abo e Rh entre outros?

É importante explicar que esse tipo de assunto não se opina só lendo artigos em sites ou com biologia do ensino médio. De Fato, um A heterozigoto que cruze com outro A Heterozigoto só pode gerar A ou O. Adão e Eva podiam ser A heterozigoto e B heterozigoto o que explicaria a variabilidade se tomarmos como base só esse raciocínio simplista do que são os tipos sanguíneos. Todavia, se analisarmos profundamente o Sistema Abo e o Sistema Rh veremos que são antígenos determinados por genes. O Sistema ABO trata-se de antígenos polissacarídeos que só são colocados em uma célula após suas enzimas específicas serem codificadas pelos genes e converterem eles de seus substratos. Em suma, tudo deriva dos genes que podem ser o A, o B e até o H. Partindo disso,supondo que tivéssemos alguma alteração na sequência de nucleotídeos em algum desses genes- como é o caso da Mutação- ou uma alteração ambiental que cause a metilação e silenciamento de alguns genes- como é o causo da epigenética- teríamos uma alteração no início do processo que desencadearia uma mudança em todo ele. Isso poderia facilmente ter dado origem aos vários tipos de antígenos sanguíneos. Além de que, posterior cruzamento e recombinação gênica, pode ter dado origem aos genes polimorfonucleados do MHC que são as moléculas apresentadoras de antígenos que causam rejeição a transplante. Como dá para ver a genética não precisa do Darwinismo ela, inclusive, o refuta.

20. E os órgãos vestigiais?

Esse é o maior erro dos evolucionistas. Conjecturam a existência de supostos órgãos vestigiais, mas não explicam porque desses órgãos “inúteis” ainda estarem lá e não terem sido selecionados a milhares de anos. A Verdade é que esse conceito não existe temos órgãos essenciais e não essenciais, mas não inúteis. O Próprio apêndice ,que muitos falam que é melhor remover logo, é responsável por reconstituir nossa microbiota intestinal que nos ajuda no combate a várias doenças até de cunho psicológico. Tanto é  que nos EUA Já se faz primeiro um tratamento de antibioticoterapia no apêndice inflamado para depois pensar em removê-lo. Outro exemplo é a Cóccix que tem um função importante em nossa sustentação. No fundo esse conceito de órgãos vestigiais é outro delírio do Darwinismo que as pessoas acreditam por pura ignorância ou malícia.

21. O que um católico deve fazer diante desse mundo que toma a evolução como dogma?

Um católico deve ser fiel a sua Fé e não ter medo de contrariar esse dogma relativista. Ainda que não tenha conhecimento para refutá-lo mantenha-se firme na sua Fé não tente agradar ao mundo aceitando esse tipo de coisa. Se estamos com o mundo estamos contra Nosso Senhor. Devemos temer mais a sua repulsa do que a do Mundo atual.

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