Papa Francisco pede desculpas pelo roubo das “estátuas de Pachamama” e promete as levar para a Basílica de São Pedro no domingo

ABSURODOOOOOOOOOOOOOOOO

No início da sessão desta tarde de sexta-feira (25) do Sínodo para a Amazônia, o Papa Francisco pediu desculpas “como bispo de Roma”, pelo furto e subsequente despejo no rio Tibre das estatuetas de Pachamama. Ele também anunciou que a polícia os recuperou. Para a infelicidade dos católicos, os ídolos foram recuperados. O Papa também assegurou ao Sínodo que os ídolos pagãos serão escoltados para [a Basílica de] São Pedro no próximo domingo [encerramento do Sínodo]”.

O Sumo Pontífice Francisco, se referiu às figuras literalmente como “estátuas de Pachamama”, confirmando sua condição , embora tenha acrescentado que elas não foram usadas como intenções idólatras. Ele também disse que se desculpou com os que foram ofendidos pelo assalto e depois derramados no rio.

“Peço perdão” por aqueles que foram ofendidos pelo roubo e arremesso no Rio Tibre das estatuetas de Pachamama da Amazônia, disse o Papa Francisco em  uma aula sinodal para a Amazônia em 25 de outubro de 2019.  Este assalto ocorrido em uma igreja de Roma, ele se expressou “como bispo desta diocese”.

Em poucas palavras, o Soberano Pontífice insistiu que essas estatuetas do Pachamama – nomeadas pelo papa – haviam sido expostas  “sem intenções idólatras”  na igreja de Santa Maria em Traspontina – a apenas algumas dezenas de metros do Vaticano . Este evento, ele ainda lamentou, causou um “clamor da mídia”.

 

O modernismo que iniciou no Concílio Vaticano II tomou conta da maior parte do alto clero da Igreja Católica. Se você é católico e está lendo isso perplexo, nosso conselho: só frequente missa tridentina.

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RESUMO DO CONCÍLIO VATICANO II:

O Concílio Vaticano II foi o último Concílio da Igreja Católica e o responsável pela formalização da crise na Igreja. Foi com seus documentos que os ensinamentos da herética Nouvelle Theologie ganharam status magisterial. Os documentos conciliares foram acusados por renomados bispos, arcebispos e cardeais de, entre outras coisas, terem aderido ao Liberalismo, ao Modernismo, ao Pelagianismo, ao Antropocentrismo, ao Irenismo e ao Relativismo. Este Concílio não apresentou voluntas definiendi (vontade de definir) e, portanto, compõe apenas Magistério Ordinário Não-Infalível (Meramente Autêntico) não gozando de infalibilidade sendo meramente pastoral e não dogmático.

O Concílio apresenta um grau magisterial que pode conter erros. No caso do Vaticano II, claramente conteve. Para o magistério meramente autêntico se deve dar um assentimento moralmente certo porém condicionado. As condições são, basicamente: (I) que o novo ensinamento não contradiga o Magistério infalível anterior e (II) que o novo ensinamento não contradiga a razão natural. Caso o magistério meramente autêntico contradiga essas condições ele pode ser questionado ou dissentido (obviamente, com prudência). É o caso do Concílio: não todos mas muitos documentos contêm erros heterodoxos. Um exemplo claro é o ensinamento liberal ensinado na declaração Dignitatis Humanae sobre ‘‘liberdade” religiosa que contradiz explicitamente todos os documentos magisteriais infalíveis anteriores. Outros exemplos de erros conciliares são os ensinamentos irenistas ‘‘dialogantes” (diálogo ecumênico e interreligioso) que contrariam a Mortalium Animos do Papa Pio XI e a colegialidade episcopal (que visa reduzir a autoridade monárquica do Vigário de Cristo submetendo-o a ‘democratismos’ insanos).

Existiam três grupos no Concílio: os modernistas (hereges condenados por São Pio X mas que hoje estão com toda força e influência), os conservadores (defensores da hermenêutica da ‘‘continuidade”, isto é, supostamente interpretar os documentos ambíguos ‘‘na luz da Tradição”) e os tradicionalistas (defensores do que a Igreja sempre ensinou e da supressão dos documentos contraditórios). Com João Paulo II e Bento XVI pensava-se que a ‘hermenêutica da continuidade’ iria resolver os problemas desta crise na Igreja (que pode ser considerada a maior da história pois grande parte – se não a maioria – da alta hierarquia apostatou). Mas veio o contrário: o sucessor de Bento XVI, Francisco I, ignora o debate sobre os erros evidentes no Concílio Vaticano II. E mais: o Papa Francisco agravou a crise contrariando ainda mais o magistério anterior: defendeu a tese absolutamente absurda e condenada infalivelmente da ‘‘separação da Igreja e do Estado”, ensinou contrariando o Magistério anterior ao condenar a pena de morte e assinou a Declaração de Abu Dhabi onde dizia que ‘‘a diversidade de religiões é algo da vontade de Deus”. A hermenêutica da continuidade fracassou e os antes ‘‘conservadores” estão aderindo ao Tradicionalismo.

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