No altar de Aparecida, Dom Brandes ofende católicos tradicionalistas e defende o contraditório Concílio Vaticano II

Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, conduz missa no feriado da Padroeira Foto: Reprodução

Durante o sermão da missa especial ao Dia da Padroeira em Aparecida, no interior de São Paulo, o Arcebispo Dom Orlando Brandes ofendeu comunidades católicas tradicionalistas que se opõem aos erros evidentes presentes em alguns documentos do Concílio Vaticano II.

O Concílio Vaticano II entrou para a história da Igreja Católica como a primavera da apostasia, da confusão e da contradição. Ele abriu a porta e deixou a ”fumaça de Satanás entrar no Templo de Deus” como confessou o próprio Papa Paulo VI. A crise que existe hoje na Igreja tem como principal responsável alguns documentos conciliares que rompem com a Tradição (defendem o Liberalismo modernista em matérias como ”liberdade” religiosa e de consciência, colegialidade de bispos, ecumenismo, diálogo inter-religioso e muitos outros absurdos).

É uma vergonha um senhor destes ser bispo da Igreja. Só mostra que Dom Lefebvre sempre esteve certo.

Se hoje os católicos tradicionalistas incomodam a hierarquia é porque eles crescem mais do que as seitas modernistas que surgiram no pós-Concílio (como a RCC, PJ, Caminho neocatecumental, etc).

Vejam a absurda fala do Arcebispo Brandes:

“Temos um dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estamos fuzilando o papa (Francisco), o Sínodo (da Amazônia), o Concílio do Vaticano II, parece que não queremos vida”, afirmou o arcebispo durante o sermão.

“Nas escrituras, o dragão é o demônio, é o diabo, é o mal que desorganiza tudo. Satanás também tem as suas comunidades, grupos do mal, que tentam e atentam contra a vida.”

Ele também seguiu em uma defesa ao Sínodo da Amazônia que ameaça a Tradição da Igreja e defende, implícita ou explicitamente, a concessão do Sacramento da Ordem para mulheres (sacerdotisas ou diaconisas), fim do celibato obrigatório na Amazônia com viri probati, inculturação (na prática: sincretismo), rituais pagãos indígenas na liturgia e na doutrina (visto as profanações que lá ocorrem em nome de Pacha mama).

Enfim, quanto mais as missas tridentinas estiverem cheias, mais se mostrará o fracasso dos modernistas do Concílio.

 

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