Sínodo da Amazônia ameaça criar ‘‘rito amazônico católico’’ baseado nos rituais tribais indígenas

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Nesta segunda-feira, 7 de outubro, os trabalhos do Sínodo da Amazônia continuaram, na presença do Sumo Pontífice, com a 2ª Congregação Geral e com as eleições dos membros da Comissão para a elaboração do documento final e da Comissão de informação. Foram 176 os Padres sinodais estavam presentes no auditório.

Um novo rito católico: amazônico-indígena

Abriu-se espaço para a reflexão sobre os rituais dos povos indígenas: a Igreja considera com ânimo tudo o que ”não está vinculado a superstições”, para que possa se harmonizar com o ”verdadeiro espírito litúrgico”.

Disto, surge a sugestão de iniciar na Amazônia um processo de ‘‘compartilhamento” das experiências daquelas comunidades indígenas que realizaram celebrações inculturadas para alguns sacramentos como o batismo, o casamento ou a ordenação sacerdotal. De tal modo, uma das propostas apresentadas foi pensar em estabelecer – ad experimentum e de acordo com o discernimento teológico, litúrgico e pastoral – um rito amazônico ‘‘católico” para, supostamente, ‘‘viver e celebrar a fé em Cristo”.

Pois para os para os bispos sinodais, foi enfatizado na Assembleia, assim como existe um ecossistema ambiental, existe também um ecossistema eclesial.

“Daqui, a sugestão de iniciar na Amazônia um processo de compartilha das experiências daquelas comunidades indígenas que têm celebrações inculturadas para alguns sacramentos, como o batismo, o matrimônio ou a ordenação sacerdotal”, também afirma o texto do site do Vaticano.

Ainda pior que a missa de Paulo VI? 

Alguns pensavam que pior não poderia ficar. Que com o pontificado de um ‘‘hermenêuta da continuidade” (o Papa Bento XVI) as coisas iriam melhorar depois do desastre que foi o Concílio Vaticano II. Este pontificado mostra que estavam enganados e que a posição de ‘‘interpretar o Concílio na luz da Tradição” é mais absurda que acreditar na ortodoxia do Cardeal Kasper.

Se a ideia na época do Papa Paulo VI era de subordinar a liturgia ao tempo (moderno), agora a ideia é subordinar a liturgia à cultura de determinada região. Em síntese: a hierarquia não respeita, desde o Concílio, a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário e quer fazer ritos – como o rito novo e, agora, o suposto ‘‘rito amazônico” – a sua imagem e semelhança: profissões de fé ambíguas que corroem, lentamente, a fé dos que assistem.

Rezemos pelo Papa e pela Igreja.

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