Dom Leonardo Steiner diz que não se importa com conversões de católicos ao protestantismo

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Ao ser entrevistado pelo jornal Folha de São Paulo sobre a diminuição no número de católicos no Brasil e a ascensão exponencial do número de protestantes, o bispo até ontem mais poderoso de toda a CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, respondeu que simplesmente que “lutar por justiça” seria mais importante do que pertencer à única Igreja fundada por Cristo, sem a qual é impossível ao homem se salvar.

Dom Leonardo disse ainda que o “pontificado do Papa Francisco” teria supostamente elevado a consciência de que “a fé e a ação que dela procede são necessidades humanas básicas e devem ser vividas em qualquer tempo e lugar ligados a qualquer tradição de fé”. Com essas palavras, o bispo contradisse abertamente o Catecismo da Igreja Católica, que afirma:

“Apoiado na Sagrada Escritura e na Tradição, [o Concílio] ensina que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único mediador e caminho da salvação é Cristo, que se nos torna presente em seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo, ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo Batismo, como que por uma porta. Por isso não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar.”  (Catecismo da Igreja Católica, §846)

Através destas declarações, Dom Leonardo demonstrou-se adepto das heresias do indiferentismo e relativismo religioso, condenadas várias vezes pela Santa Sé. 

Ora, a postura de Dom Leonardo explica o motivo pelo qual o número de católicos não para de cair no Brasil: os sacerdotes católicos – principalmente, os bispos – estão negando sua missão de evangelizar os não-católicos, confrontar o mundo, e anunciar que a salvação só é possível através da adesão plena aos dogmas da Igreja Católica e de seus sacramentos.

Ao ser eleito Secretário-Geral da CNBB em 2011, Steiner recebeu um país com cerca de 64% de católicos. Agora, ao sair do cargo, pesquisas do Datafolha apontam que apenas cerca de 50% dos brasileiros se declaram católicos. Os protestantes, por outro lado, chegaram a quase 30% da população.

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