Quem são os cardeais que lutam pela destruição da Igreja Católica?

O POSTO ano era 1376. A Igreja passava por um período turbulento de sua história denominado “papado de Avignon” ou “Grande Cisma do Ocidente”. O clero estava gradativamente abandonando a fé, e, os Papas mantinham-se em Avignon, na França, recusando-se a retornar para Roma, sede do catolicismo mundial. Foi então que, durante o Pontificado de Gregório IX, uma jovem leiga de 29 anos chamada Catarina decidiu lhe enviar uma carta, onde manifestava cordialmente sua indignação com a situação e lhe implorava humildemente: “Santidade, volte para Roma. Aqui eu estou sentindo o odor fétido do inferno”. O Pontífice, no entanto, hesitou em voltar para a Cidade Eterna, indeciso sobre como deveria agir e o que deveria fazer. Foi aí que Catarina escreveu-lhe uma segunda carta, muito mais ousada do que a primeira, onde dizia-lhe: “Esto vir!” (em latim, “Seja homem!”). A História atesta que Gregório XI arrumou os seus pertences e retornou para Roma, dando um fim ao cativeiro dos papas em Avinhão e ao consequente cisma oriundo dessa situação. Alguns anos mais tarde, Catarina foi canonizada pela sua atitude ousada e heróica, sendo hoje conhecida em nossas paróquias como Santa Catarina de Siena.

A história, então, parece estar voltando a se repetir. A Igreja está novamente em crise. Parte do clero claramente já não se professa mais a fé católica, mas antes, usa de sua influência no Vaticano para destruí-la. Mascarados por uma falsa obediência ao Papa, eles aproximam-se do mesmo para demonstrar como lhe são ‘fiéis’, galgar postos mais altos na hierarquia romana, incluir ambiguidades propositais nos documentos oficiais de seu pontificado, e, é claro, convencê-lo de que aqueles que pedem por maior clareza doutrinal são seus ‘adversários ultra-fundamentalistas’.

Não podemos mais nos omitir. Perto do que tem acontecido no Vaticano, a Teologia da Libertação pregada por alguns bispos da alta cúpula da CNBB parece ser um grande nada. Temos que conhecer os verdadeiros ‘lobos em pele de cordeiro’ para poder fugir de seus falsos ensinamentos: “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. Pelos seus frutos os conhecereis.” (cf. Mt 7:15-16). Se nos omitirmos e não denunciarmos abertamente suas ações, muitas almas serão perdidas. É necessário que sigamos o mandamento de São Paulo à comunidade dos Efésios: “E não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente (cf. Ef 5:11). Chega de acobertarmos os maus pastores. Chega desse clericalismo morno e omisso. Como Santa Catarina de Siena, tornemos conhecidos entre os fiéis os verdadeiros responsáveis por macular o nome do pontificado do Papa Francisco, cujos mais influentes atualmente são os cardeais Kasper, Marx, Cupich e Farrell. É imoral permitir que os cardeais que defendem a ortodoxia como os cardeais Burke, Sarah e Müller lutem sozinhos, sem apoio nenhum por parte da opinião pública, enquanto que a grande mídia apresenta os cardeais ultra-progressistas como a ‘ala fiel ao Papa’ (sic).

Uma breve história da crise atual

Até 1958, a Igreja Católica era conhecida mundialmente pelo seu rigorismo na fiscalização da ortodoxia doutrinária e disciplinar de seus padres e seminaristas. Suas respostas aos suspeitos de heresia ou má-conduta sexual eram céleres e reconhecidas no mundo todo. O órgão responsável por essa ‘fiscalização constante’ denominava-se Tribunal do Santo Ofício, cujo comprometimento de seus membros em proteger o depósito da fé transmitido pelos Apóstolos era tamanho que colocavam sob observação mesmo aqueles que posteriormente teriam sua santidade reconhecida (como, por exemplo, São Pe. Pio de Pietrelcina) pois sabia, por exemplo, que muitos forjavam milagres com o intuito de ganhar boa-fama.

Chega então a época do Concílio Vaticano II, cuja ideia inicial era simplesmente preparar novas estratégias pastorais para pregar as verdades de sempre num mundo traumatizado por duas grandes guerras mundiais. Sob a justificativa de que as medidas adotadas pelo Santo Ofício até então, escandalizavam o povo por passarem a ele uma imagem extremamente ‘severa’ da Igreja num momento em que o mundo encontrava-se profundamente abalado pelos acontecimentos do pós-guerra e muitos países eram governados por regimes ditatoriais, o Papa João XXIII foi convencido de que, com o intuito de facilitar a evangelização na modernidade, fazia-se necessário agora enfatizar mais o atributo ‘misericordioso’ da Santa Sé do que o atributo ‘rigorista’ aplicado até então (cf. Papa João XXIII, Discurso de Sua Santidade Papa João XXIII na abertura solene do Ss. Concílio, VIII, 2). Com sua morte, Paulo VI assume e dá prosseguimento à suas reformas através da supressão do Tribunal do Santo Ofício em 1965 e sua substituição pela Congregação para a Doutrina da Fé (órgão existente até hoje). Este novo órgão já não teria mais o direito, por exemplo, à censurar previamente os acusados ou agir secretamente para identificar suspeitos de heresias ou má-conduta sexual e garantiria aos acusados, alguns direitos novos, dando-lhes, por exemplo, a oportunidade de irem para Roma se explicar, serem convidados a se retratar, e, é claro, terem um tempo determinado para refletir em silêncio sobre suas atitudes, antes de, finalmente, serem condenados pela nova Congregação. A punição e correção pública passaria a ser utilizada somente como o último dos últimos recursos.

Não demorou muito para vermos os frutos dessa reforma. Com a supressão do Tribunal do Santo Ofício e o consequente ‘relaxamento’ nas fiscalizações disciplinares e doutrinais dos padres e seminaristas promovida pela mesma, uma crise generalizada atingiu o clero católico. A partir de 1965, multiplicaram-se os casos de abusos sexuais por clérigos contra menores de idade e jovens seminaristas. Homossexuais e ativistas do movimento gay passaram a circular livremente pelos seminários, paróquias, arquidioceses, e, infelizmente, na própria Cúria Romana. A Teologia da Libertação se difundiu nos seminários da América Latina. Abusos litúrgicos tornaram-se comuns e constantes. Inúmeros sacerdotes rejeitam publicamente vários dogmas da fé enquanto que outros simplesmente mostram um desprezo absoluto pela doutrina tradicional da necessidade de adesão à Igreja para a salvação. As condenações por parte da Congregação para a Doutrina da Fé são raras e escassas, e, geralmente, só ocorrem quando o escândalo já foi estabelecido. O modernismo – condenado por São Pio X – agora encontra, infelizmente, representantes tanto no baixo quanto no alto clero.

Temas polêmicos como a proibição do sexo antes do casamento, o uso de anticoncepcionais e até mesmo a própria existência de um inferno eterno do qual devemos fugir praticamente desapareceram dos sermões dominicais.  Muitos dos párocos nem sequer se empenham em conhecer os nomes de seus respectivos paroquianos ou tentar atrair mais pessoas para a Igreja. Alguns, inclusive, chegam a se recusar a ir prestar os sacramentos para católicos que pedem por eles no leito de morte por estarem ‘muito ocupados’.

A crise no clero acabou por gerar uma crise na fé, uma vez que, já não sendo mais alertadas por seus respectivos párocos sobre as consequências espirituais de seguir outras religiões, faltar a missa aos domingos, comungar sem se confessar, deixar de estudar as razões pelas quais se crê ou no que se crê, e, é claro, educar seus filhos na verdadeira fé, as famílias católicas começam a abandonar a Igreja pouco a pouco, abraçando novas doutrinas ‘pelo prurido de escutar novidades’ (2 Tm 4:3), já que, afinal, o ‘catolicismo oficial’ parece ser muito “rígido” e sem sentido, já que não se houve mais falar que ele é salvificamente indispensável.

O ecumenismo, por sua vez, idealizado pelo Concílio Vaticano II como uma grande estratégia pastoral de ‘diálogo’ com os não-católicos com o intuito de os convencer a retornar à unidade cristã presidida pelo bispo de Roma, tornou-se, em conjunto com os chamados ‘diálogos inter-religiosos’, o maior símbolo do indiferentismo, relativismo e confusão religiosa de nossos tempos, sendo uma das principais causas de escândalo para os fiéis. Uma consequência clara disso é evidenciada pelas pesquisas sociológicas realizadas ao redor no mundo: nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 14% dos católicos acreditam que a fé é necessária para se salvar. Já em temas relacionados à moral sexual, apenas 13% dos católicos que frequentam a missa semanalmente dizem que a contracepção é moralmente errada. Metade também considera que o comportamento homossexual “é moralmente aceitável” ou “não é uma questão moral” (sic). Na Europa, onde, em média, 52% dos cristãos que frequentam regularmente a Igreja são a favor do aborto e 58% a favor do casamento gay.

No Brasil, a situação não é muito diferente. Apenas 21% dos católicos acreditam no dogma “fora da Igreja não há salvação” (extra ecclesia nulla sallus), presente nos itens §846-848 do Catecismo da Igreja Católica. Muitos sequer nem ouviram falar no seu significado. 58% dos católicos brasileiros acredita também na ridícula crença do “mau-olhado”, isto é, a superstição pagã (de origem afro-brasileira) de que algumas pessoas tem o ‘poder’ de ‘amaldiçoar’ ou ‘enfeitiçar’ as outras (no caso, os católicos). Totalmente perdidos, terrivelmente desinformados e completamente desamparados por seus pastores (que, como falei anteriormente, já não se importam mais sequer em conhecê-los nominalmente), tornam-se presas fáceis dos mais diversos tipos de seitas, que, como mostram os gráficos, começaram a crescer no Brasil durante a década das reformas e desde então não pararam mais.

Os Papas João Paulo II e Bento XVI se esforçaram para tentar conter esses abusos, afirmando que a nenhuma reforma do Concílio poderia ser dada uma interpretação que contradissesse a doutrina de sempre. Para isso, chegaram inclusive a silenciar alguns dos principais líderes modernistas de suas épocas como o teólogo alemão Hans Küng (que outrora participara como ‘perito’ no Concílio) e o ex-frei brasileiro Leonardo Boff. A reforma institucional realizada pelos Papas conciliares contra o ‘rigorismo’ e ‘punitivismo’ do Santo Ofício (agora Congregação para a Doutrina da Fé), no entanto, foi mantida, motivo pelo qual os silenciamentos (nunca excomunhões) mantiveram-se raros e limitados aos ‘cabeças’ de cada seita modernista: Küng, por exemplo, era o maior expoente do liberalismo teológico alemão, movimento este que influenciava praticamente todos seminários da Europa de então, enquanto que Boff era o maior expoente do marxismo teológico brasileiro, que, por sua vez, também tinha uma influência em praticamente toda a América Latina.

Por mais santos que tenham sido, os Papas João Paulo II e Bento XVI também subestimaram a malícia de alguns membros do clero de seu tempo. Por algum motivo, por exemplo, São João Paulo II nomeou o então influente arcebispo americano Theodore McCarrick para o cardinalato em 2001. Já Bento XVI, por sua vez, ao mesmo tempo em que dispôs de seu pontificado para combater o avanço do modernismo no seio da Igreja, elevou ao cardinalato os teólogos alemães Walter Kasper e Reinhard Marx, líderes do liberalismo teológico alemão. Estes dois pontificados ficaram conhecidos, no entanto, por terem sido eficazes em combater as novas ideologias de seus tempos: João Paulo II teve, por exemplo, um papel importantíssimo em denunciar o comunismo, enquanto que Bento XVI concentrou-se no combate ao secularismo proposto pelo liberalismo.

É chegado então o pontificado do Papa Francisco, o primeiro latino-americano a ocupar a Cátedra de Pedro. O novo Papa, que sempre foi tido como conservador e ferrenho opositor à agenda política homossexual em seu país, parecia, a princípio, que daria prosseguimento às políticas de João Paulo II e Bento XVI. Aproveitando-se do perfil conciliador do novo Pontífice, os teólogos modernistas da Alemanha e dos Estados Unidos, aproximaram-se dele, conquistando sua amizade, confiança, e, consequentemente, lugares na alta hierarquia da Igreja. A princípio, os principais nomes em questão eram o do abusador Theodore McCarrick, o do cardeal Reinhard Marx, e, infelizmente, o do ultra-modernista cardeal Walter Kasper.

Então iniciam-se a guerra das declarações soltas. Em pouco tempo, a grande mídia também se aproveitará de algumas frases soltas ditas pelo Papa Francisco durante entrevistas improvisadas concedidas em aviões e locais afins, para apresentá-lo ao mundo como um Papa ‘moderno’, ‘revolucionário’, e, é claro, ‘pró-LGBT’. Tudo isso confundirá os fiéis e levará muitos cardeais a criticarem a fala do Papa ou pedirem para ele explicar o que quis dizer. Este foi o momento encontrado pelo clero modernista para jogar os conservadores contra o Papa e se apresentarem como a parte do clero que lhe era verdadeiramente ‘obediente’ e ‘fiel’. A partir disso, conseguiram quebrar a hegêmonia de cardeais conservadores e estabelecer-se em cargos de grande importância na Cúria Romana, influenciando diretamente as redações finais de vários documentos que seriam publicados em nome do Papa Francisco.

Infelizmente, o pontificado atual é marcado por ambiguidades. O Papa Francisco coloca cardeais abertamente pró-homossexualismo e pró-modernismo para altos cargos na Cúria. Um cardeal como Farrell nunca mereceu ser camerlengo papal (nem mesmo ser cardeal), visto que ele é um dos maiores ativistas gays no Vaticano, já tendo elogiado o livro absurdo pró-sodomia do herege jesuíta James Martin (maior ativista gay no Vaticano que já deveria ter sido excomungado) chamado “Build Bridge”. Marx, Cupich e Tagle nunca mereciam presidir à Corte sobre os Abusos Sexuais no Vaticano, dado que eles ignoram o principal problema sobre este tema: a homossexualização de parte do clero (80% dos padres abusadores é homossexual). Sem falar que Cupich era amigo pessoal e só virou cardeal por causa da influência do ex-cardeal abusador sexual McCarrick.

Isto tudo sem falar da enorme influência do herege, este talvez o pior de todos, cardeal Kasper com o Sumo Pontífice. Kasper é chamado de “o teólogo do Papa” devido sua grandiosa influência. Kasper é pró-homossexualismo, contra a tradição, defende que Cristo não ressuscitou, defende que Cristo não é Filho de Deus e etc. É amigo pessoal de McCarrick e é um dos maiores ativistas gay na Cúria.

O ex-cardeal McCarrick não só manteve-se ocultamente abusando de jovens seminaristas (o que foi demonstrado posteriormente) como também ignorava publicamente as ordens do então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger, que havia publicado uma carta oficial aos bispos americanos exortando-os a se negar a dar a Sagrada Eucaristia e demais sacramentos aos políticos defensores do aborto.  Diante disso, então, o progressista McCarrick liderou um esforço bem sucedido para que o USCCB (Conferência Episcopal dos Estados Unidos, equivalente à uma ‘CNBB’ americana) permitisse que os bispos de dioceses individuais rejeitassem as ordens da Sagrada Congregação e decidissem por conta própria quem era ou não elegível para receber os sacramentos, em vez de proibir todos os políticos americanos pró-aborto de fazê-lo. Embora isso tenha causado um escândalo entre os fiéis americanos, o mais triste é que, no entanto, aparentemente o Vaticano nada fez para solucionar a questão.

Muitos deles militam no Vaticano para convencer o Papa a alterar a doutrina da Igreja, ou, pelo menos, deixá-la o mais ambígua possível para que eles possam dar a interpretação que lhes for conveniente em suas arquidioceses.

Diversos cardeais, heróis, se levantaram contra as ambiguidades do papado atual. Entre eles os cardeais da dúbia. Lembrando que os erros do Papa nestas matérias em nada interferem o dogma da Infalibilidade Papal.

O sistema imunológico da Igreja – como diz o Padre Paulo Ricardo – foi desligado. Condenações se tornaram raras. Hereges continuam em altos cargos no clero. Precisamos combater os cardeais defensores da “hermenêutica da ruptura” com a tradição.

É a hora dos leigos fiéis a doutrina e a Roma se levantarem contra os abusos e heresias de uma parte do clero. Defenda a moral sexual da Igreja.

Conheça os principais inimigos da doutrina católica romana infiltrados no alto clero:

1) CARDEAL CUPICH:

Capich

Blase Joseph Cupich é um cardeal modernista de 69 anos. É o atual arcebispo de Chicago. Tem muita influência no papado atual.

Uma carta de um ex-alto funcionário do Vaticano, o arcebispo Carlo Maria Viganò alega  que o ex-cardeal, e abusador sexual, Theodore McCarrick foi fundamental para fazer Cupich chegar ao cardinalato e nestes cargos de prestígio. “As nomeações de Blase Cupich para Chicago e Joseph W. Tobin para Newark foram orquestradas por McCarrick” e dois outros bispos, escreveu Viganò. “Seus nomes não estavam entre os apresentados” formalmente à embaixada do Vaticano nos EUA e ao papa através de canais regulares. Cupich foi, por muito tempo, um aliado do cardeal McCarrick. Há um longo período de tempo atua como porta-voz da propagada homossexual na Igreja.

Cupich é um dos principais ativistas do homossexualismo no Vaticano. O Arcebispo Viganò, que foi o principal diplomata do Vaticano entre 2011 e 2016 também afirmou que Cupich apresenta uma “ideologia pró-gay”. Cupich já afirmou que ”Não é nossa política negar a comunhão às pessoas em casamentos do mesmo sexo”, claramente contrariando a doutrina bi-milenar da Santa Igreja.

Cupich é um dos poucos cardeais que, para defender o lobby gay, nega que o homossexualismo seja a causa dos abusos sexuais por clérigos, mas se contradiz concordando que a vasta maioria do abuso do clero é homossexual. Lembrando que 80% dos abusos ocorrem por clérigos homossexuais.

Em 2011, Cupich desencorajou padres e seminaristas em sua diocese de participarem de manifestações em frente às clínicas da Planned Parenthood (clínica abortista) ou destes apoiarem o 40 Days For Life, um movimento pró-vida que realiza vigílias em clínicas de aborto. Após a eleição presidencial de 2008, Cupich aconselhou seus colegas bispos a encontrar maneiras de trabalhar com o novo governo Obama, abortista confesso.

Durante a eleição presidencial de 2004 , Cupich não se juntou aos bispos que disseram que a santa comunhão deveria ser negada aos políticos católicos americanos que apóiam o direito ao aborto mesmo o Catecismo da Igreja claramente afirmando que a colaboração formal com o aborto leva a excomunhão automática (ipso facto).

O cardeal hetedoroxo diz que não negará a Comunhão aos políticos que promovem o aborto, ou aos casais sexualmente ativos, solteiros ou homossexuais, se eles decidirem “em boa consciência” . Ele também desencorajou gentilmente seus sacerdotes a participarem de vigílias pró-vida; sobre o aborto, ele temdisse que deveríamos “não menos chocados” pela indiferença em relação àqueles que “sofrem com a fome, o desemprego e o desejo”.

Cupich odeia a missa no rito romano extraordinário. Já perseguiu de maneira ferrenha paróquias que celebravam a missa tridentina nos EUA. Ele defende a ”hermenêutica da ruptura com a tradição” (ramo herético).

Cupich defende o Relativismo e é completamente contra que a evangelização cristão busque a conversão de pagãos e judeus.

Poderíamos passar um dia inteiro falando das heterodoxias que este sujeito, que é um dos maiores ativistas do lobby gay no Vaticano, defende. O problema é que ele é muito influente para com o Sumo Pontífice Romano.

2) CARDEAL KASPER:

Kasper II

Walter Kasper é um cardeal modernista alemão de 85 anos e presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. Atualmente é membro da Congregação para a Doutrina da FéCongregação para as Igrejas OrientaisSupremo Tribunal da Assinatura ApostólicaPontifício Conselho para os Textos Legislativos e do Pontifício Conselho para a Cultura.

Este é um dos piores modernistas devido sua gigantesca influência na Cúria Romana e com o Papa Francisco. Ele também era muito amigo do ex-cardeal abusador sexual McCarrick.

Kasper nega diversos dogmas de fé da Igreja. De maneira completamente absurda, ele negou publicamente que Nosso Senhor é Filho de Deus. Também negou que Cristo fazia milagres: ”É necessário que qualifiquemos como imaginárias muitas histórias de milagres contidos no Evangelho», e negar tranqüilamente toda a realidade objetiva dos milagres da «tempestade acalmada», da «Transfiguração», do «andar sobre o lago», da «multiplicação dos pães», da «pesca milagrosa», da «ressurreição da filha de Jairo», de «Lázaro»”, etc. Isso se faz presente em seu livro ”Jesus Cristo” (cf. p. 129-130). Kasper já negou a ressurreição de Nosso Senhor publicamente.

‘‘É preciso reconhecer que nós não temos, aqui, fatos históricos, mas processos de estilo’’ (p.212). E ele nega explicitamente a realidade das aparições de Jesus ressuscitado. ‘’A ressurreição ao terceiro dia? Duvidoso, uma opinião teológica rabínica’’ (p.219). Ele também duvida sobre a maternidade virginal da Santíssima Virgem Maria (nota 69, p. 381).

Este homem que nunca mereceu chegar ao cardinalato chegou a negar a historicidade do Evangelho: “Os evangelhos não são testemunhos históricos no sentido moderno dessa palavra, mesmo se no detalhe eles contém um abundante material histórico autêntico; na realidade, eles são testemunhos da fé.”(Walter Kasper, Jésus le Christ, Éditions du Cerf, 1976, p.33-34. A edição original é Matthias-Grünewald Verlag, mayence, 1974). Kasper, heréticamente, distinguiu a figura de Cristo ”hitórico” para Cristo ”da fé”, distinção condenada por São Pio X, no decreto Lamentabili – que continua em vigor – e na encíclica Pascendi, que condenou as heresias do Modernismo: “Erro 29 — É lícito conceder que o Cristo que apresenta a história é muito inferior ao Cristo que é o objeto da Fé”.(São Pio X, Decreto Lamentabili,1907, Denzinger, 2046).

Kasper negou quase todos os dogmas católicos, mas mostraremos agora sua postura absurda e revolucionária visando mudança na moral sexual e suas outras heterodoxias.

Este cardeal defende publicamente todo e qualquer tipo de união homossexual (civil e religiosa). Já chegou, de forma completamente absurda, a chamar a união gay de ”análoga” com o casamento cristão. Além disso, o cardeal está atribuindo suas reivindicações à exortação apostólica do Papa Francisco Amoris Laetitia , apesar do fato de que o documento explicitamente o contradiz. Essa interpretação absurda de Kasper contraria o texto do documento que condena sua tese expressamente: “Não existe nenhum fundamento para assimilar ou estabelecer analogias, nem mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimônio e a família” (Amoris Laetitia, item 251). Infelizmente, o cardeal herege continua defendendo essa absurda interpretação por ter conseguido colocar uma das maiores ambiguidades do texto da Amoris Laetitia: o item 292 que diz ”Outras formas de união contradizem radicalmente este ideal, mas algumas fazem pelo menos modo parcial e análogo”. O herege aproveitou da ambiguidade para defender sua tese absurda.

Cardeal Walter Kasper é defensor público da herética posição de que a Igreja dê comunhão para divorciados que vivem em estado de adultério (re-”casados”). Como este homem influenciou muito fortemente o texto da Amoris Laetitia, deixando-o ambíguo, ele agora declara publicamente ”Amoris permite a nós darmos comunhão para os divorciados”. O Papa Francisco já deixou bem claro que esta interpretação, defendida por Kasper, é errada. Contudo a ambiguidade do texto faz com que alguns cardeais desobedeçam o Papa e digam que estão fazendo isso ” em nome dele”.

No mesmo trabalho, Kasper também insinua que Amoris Laetitia abre o caminho para permitir o uso da contracepção, uma prática que é universalmente condenada nas Escrituras, nos Padres da Igreja e no Magistério Pontifício, mais recentemente pelos papas Paulo VI e João Paulo II. O cardeal herege observa que, em Amoris Laetitia, o papa apenas “encoraja o uso do método de observar os ciclos da fertilidade natural” e “não diz nada sobre outros métodos de planejamento familiar e evita todas as definições casuísticas”. Kasper defende o controle artificial de natalidade. Kasper defendeu também diaconisas com poder de ”conceder bençãos especiais”, sendo criticado por cardeais.

Defensor da Revolução Protestante, Kasper disse que o herege Martinho Lutero “criticou com razão muita coisa na Igreja”. Kasper também é o responsável por ter feito o Papa Francisco celebrar uma missa com a imagem do herege Martinho Lutero

Kasper, recentemente, também negou verdades de fé expostas no Manifesto do Cardeal Müller. Ao Kasper negar dogmas milenares da Igreja se teve reação: “A condenação do cardeal Kasper ao ‘manifesto de fé’ do cardeal Muller mostra que ele não é mais católico”, escreveu o diácono inglês  Nick Donnelly. E outros bispos também se pronunciaram: ”o cardeal Kasper não vive mais a verdadeira fé dos apóstolos” disse o bispo Schneider.

Ele também defende o fim do celibato. Por ser ultraliberal e influente na Cúria, ele pediu para pensar “completamente e oportunamente” sobre a abolição do celibato sacerdotal.

Poderíamos passar um dia inteiro falando sobre as heterodoxias que este cardeal defende. Ele, infelizmente, é muito influente na Cúria Romana e com o Papa Francisco.

3) CARDEAL MARX:

Marx II

Reinhard Marx é um cardeal modernista de 65 anos, arcebispo da Arquidiocese de Munique e Frisinga na Alemanha. Este odeia a tradição e a doutrina bi-milenar da Igreja com ferocidade. Infelizmente, esse herege preside a Conferência Episcopal da Alemanha.

É completamente contra o celibato ser obrigatório e já declarou isso diversas vezes.”Estou convencido de que o grande impulso de renovação do Concílio Vaticano II não está seguindo em frente, nem está sendo entendido em sua profundidade”, defendeu. Ele de forma completamente absurda alegou que “a verdade não é eterna” demonstrando seu total relativismo e condicionando a verdade ao tempo, alegando que como os tempos mudaram, deve agora a tradição e a verdade da Igreja simplesmente ”mudar”. Posição completamente absurda e que fere tudo o que a Santa Igreja sempre ensinou.

O cardeal já se posicionou favorável ao absurdo das uniões homossexuais tanto civis quanto religiosas na Igreja Católica, mesmo a Igreja condenando ambas. Inclusive, Marx declarou publicamente que aprova, de maneira desobediente para com a doutrina católica, bençãos para ”casais” do mesmo sexo em declarações à rádio alemã ‘Bavarian State Broadcasting’, em 3 de fevereiro de 2018.  Ele também disse que nós católicos “não temos nenhum conjunto de regras”, o que é algo absurdamente falso. Cardeal Marx é um dos maiores ativistas gay no Vaticano, tal fato já o levou a diversos conflitos com setores mais ortodoxos.

Cardeal Marx defende publicamente dar comunhão a divorciados recasados. O cardeal alemão Reinhard Marx se pronunciou a favor de admitir ao sacramento da Comunhão os divorciados recasados, uma postura completamente contrária à doutrina católica. No Sínodo da Família, o Cardeal Marx afirmou que “devemos considerar seriamente a possibilidade – olhando cada caso individualmente e não de modo geral – de admitir aos divorciados em nova união os sacramentos da Penitência e da Santa Comunhão”.

Ele também condenou a decisão do governo da Baviera de pendurar crucifixos em prédios públicos demonstrando novamente seu total relativismo e secularismo. Ele elogiou uma organização alemã que permite que mulheres recorram ao aborto.

O Cardeal Marx já chegou a declarar que “Sem Karl Marx, não haveria uma Doutrina Social da Igreja”. Um absurdo por completo.

É um dos inimigos públicos da tradição bi-milenar da Santa Igreja.

4) CARDEAL FARRELL:

Farrell II

Kevin Joseph Farrell é um cardeal modernista de 71 anos, é prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida. Infelizmente, o Papa Francisco o nomeou-o Camerlengo da Câmara Apostólica. O ex-cardeal McCarrick (que foi reduzido ao status laical após abusos sexuais) foi quem fez Farrell virar bispo auxiliar de Washington em 2001. Isto sem falar que Farrell viveu no mesmo apartamento com McCarrick e era seu seguidor. O Papa Francisco nomeou Farrell para o cardeal em 2016, mais um erro em seu Pontificado.

Farrell é um dos maiores ativistas gay no Vaticano e, infelizmente, tem influencia o suficiente para cometer diversos absurdos. O cardeal é fã do livro ”Build Bridge” que faz propaganda para todas as pautas homossexuais, escrito pelo maior ativista gay no Vaticano: o jesuíta James Martin, um completo herege pró-sodomia. Farrell defende todo e qualquer tipo de união homossexual, civis e religiosas. Também defende mudanças na doutrina da Igreja sobre a ideologia de gênero e que o Catecismo não chame mais os atos homossexuais de ”intrinsecamente desordenados”. Em entrevista à revista Intercom, Farrell disse no ano passado um absurdo: que os padres católicos não são competentes para aconselhar os casais que desejam se casar . “Eles não têm credibilidade”, disse Farrell, “eles nunca viveram a experiência; eles podem conhecer teologia moral, teologia dogmática em teoria, mas ir de lá para colocá-la em prática todos os dias … eles não têm a experiência ”. Ou seja, os mesmos argumentos ridículos de qualquer jovem metido a ”moderno”.

Ele é acusado de acobertar diversos abusos sexuais. Já se mostrou favorável à comunhão de divorciados que vivem em estado de adultério (re-”casados”).

Quando o escândalo de McCarrick atingiu os jornais em junho de 2018, o cardeal Farrell enfrentou o escrutínio da mídia por causa de seu histórico de serviço sob o governo do ex-arcebispo de Washington. Farrell repetidamente disse que nunca suspeitou que algo estivesse errado com seu ex-diretor. “O que o cardeal McCarrick estava fazendo aqui, em todo lugar e em todo o mundo, não entrou na minha rotina diária de administrar a arquidiocese de Washington”, disse Farrell à AP em julho do ano passado.

Durante seu tempo em Washington, o cardeal Farrell viveu com McCarrick e outros clérigos da arquidiocese em uma instalação residencial perto de Dupont Circle, embora ele tenha dito: “Nunca sequer suspeitei de McCarrick de algo desagradável”. “Agora, as pessoas podem dizer ‘Bem, você deve ser um idiota que você não percebeu.’ Eu devo ser um idiota certo ”, continuou Farrell,“ mas não acho que sou – e é por isso que me sinto zangado ”.

5) CARDEAL SCHÖNBORN:

Shonborn II

Christoph Schönborn é um cardeal modernista de 74 anos e é arcebispo de Viena na Áustria. É  presidente da Conferência Episcopal Austríaca e porta-voz papal de Amoris Laetitia. Já se meteu em diversas brigas contra bispos mais ortodoxos na sua defesa absurda do homossexualismo e das uniões homossexuais civis e religiosas.

Ele já defendeu que ”elementos positivos” de uniões homossexuais devem ser protegidas pela lei civil. Mostrando um posicionamento heterodoxo e liberal contra a doutrina bi-milenar da Igreja que sempre rejeitou qualquer tipo de união civil gay. A posição da Igreja sobre esse assunto é bem clara: de acordo com o item 10 do documento ‘Considerações sobre os projetos de reconhecimento legal das uniões homossexuais‘, assinado em 2003 pela Congregação para a Doutrina da Fé e em vigor até hoje, “todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais” enquanto que “os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria”. Sem falar da dura crítica do Catecismo Católico contra essas uniões. Schonborn confronta de frente todo ensinamento da Igreja.

Engana-se quem pensa que ele só defenda uniões civis. O herege austríaco defende a benção religiosa para o que ele, erroneamente, chama de ”casais” do mesmo sexo. O cardeal vienense Christoph Schönborn foi co-anfitrião de um ”culto de oração homossexual” realizado em sua catedral no início deste mês para o Dia Mundial da Aids. O evento na Catedral de Santo Estêvão incluiu discursos proferidos por uma ‘drag queen’ mundialmente famosa e um ativista homossexual do púlpito dentro do santuário.  Banners com temas homossexuais foram pendurados nas paredes e espalhados no chão da catedral para o evento. Uma estranha iluminação roxa iluminava as colunas da catedral. Infelizmente, não foi a primeira apresentação homossexual associada à catedral de Viena. Em 2008, o Dommuseum, a galeria de arte anexa à catedral católica, publicou uma exposição de obras de um ateísta marxista declarado, intitulado “Religião, Carne e Poder”, que incluía representações de atos sexuais explícitos homossexuais em arte “religiosa”. . Entre as obras estava uma tradução da Última Ceia com Cristo e Seus Apóstolos retratada como homossexuais envolvidos em uma orgia . A catedral também foi o local de uma bênção do Dia dos Namorados, que inclui casais homossexuais  graças ao herético cardeal.

Já defendeu a ideologia de gênero publicamente diversas vezes e trata tal absurdo como um dogma. Mais uma vez, contradizendo os ensinamentos de 2 mil anos de Cristianismo.

O herético cardeal também é contra o celibato como já deixou bem claro em uma entrevista. Quando perguntado se Jesus ”realmente dá tanta importância ao celibato”, Schönborn responde: “Eu freqüentemente pergunto a Ele isso” e completou”Eu não recebo uma resposta clara”, diz Schönborn. Ele depois caiu no relativismo e defendeu abertamente a ruptura com a tradição bi-milenar da Igreja: “Mas Jesus diz muito claramente: ‘Não tenha medo!’ Em seus discursos, ele enfatizou que não se deve colocar tradições acima de Sua sentença crucial: “Ame seu próximo como a si mesmo”, caindo no extremo-relativismo ao acrescentar: “enquanto as tradições forem mais importantes que a alegria dos Evangelhos, Ele dirá que não temos o equilíbrio correto”.

Schönborn agora está sendo acusado de ter ajudado a encobrir esses delitos de seu amigo e colega bispo, a quem ele ainda elogiou muito a partir de julho de 2018. Além disso, no final de 2018, o cardeal Schönborn recebeu críticas internacionais por sediar um concerto de rock em sua catedral em Viena. Durante esse concerto, um ator proeminente cantou sem camisa enquanto estava no trilho do Comunhão.

Em agosto de 2018, Schönborn explicou que poderia imaginar futuros padres do sexo feminino e bispos, e em outubro de 2018, o prelado austríaco afirmou : “Eu posso um dia também ordenar mulheres ao diaconado”. Ou seja: o cardeal defende que a Igreja tenha sacerdotisas, mostrando claramente não ligar para o pronunciamento infalível do Papa João Paulo II na Ordinatio Sacerdotalis onde o Sumo Pontífice descartou para sempre a possibilidade dessa heterodoxia maluca.

O cardeal chegou a criticar um Bispo católico que desencorajou os católicos a votarem em um candidato à presidência da Áustria por ele ser abortista.

O pior de tudo é que o nome dele era um dos favoritos e fazia parte do Papabili isto é, um herege querendo ser papa e romper com a doutrina da Igreja.

6) CARDEAL TOBIN:

Tobin II

Joseph William Tobin é um cardeal modernista da Igreja Católica de 66 anos, arcebispo de Newark-EUA. Rocco Palmo, escritor e comentarista católico romano de notoriedade, alegou que Tobin só chegou ao cardinalato devido sua amizade com o influente ex-cardeal McCarrick, conhecido por ter sido reduzido ao status de laical após ser confirmado seus abusos sexuais, que teria pedido por uma carta ao Papa Francisco que elevasse Tobin ao cardinalato. Até antes, diz Palmo, Tobin não tinha chance alguma.

Tal cardeal já chegou a criticar publicamente a Igreja Católica dizendo que sua cultura é ”tingida de misoginia” e completou dizendo o absurdo de que o ”Papa Francisco poderia nomear uma mulher cardeal”. Ele defendeu que mulheres poderiam ser ordenadas na Igreja Católica, posição que vai contra o Magistério e a tradição bi-milenar da Santa Igreja. Com este seu posicionamento ele confronta o ensinamento infalível de São João Paulo II que dizia claramente na Ordinatio Sacerdotalis:  ”Eu declaro que a Igreja não tem autoridade alguma para conferir a ordenação sacerdotal às mulheres e que este julgamento é definitivamente mantido por toda a Igreja fiel.”

Tobin também defendeu dar comunhão para divorciados que estão ”re-casados” e vivendo a vida com uma pessoa que, para os olhos de Deus e da Santa Igreja, não é sua(o) legítima(o) esposa/marido. Para a Igreja Católica essas pessoas vivem em vida de adultério, estando portanto em estado de pecado grave. A posição deste cardeal também vai contra a tradição e o Magistério da Santa Igreja. O próprio Cristo disse que o homem e a mulher ao casar se tornam uma só carne.

A principal das heterodoxias defendidas por este homem que nunca mereceu chegar ao cardinalato é sua posição abertamente pró-sodomia. Seu ativismo e militância para com o lobby homossexual lhe renderam uma série de elogios pelo obstinado herege e maior ativista do homossexualismo dentro do meio clerical: James Martin (padre jesuíta, consultor do Secretariado de Comunicações do Vaticano) que comemorou a postura errônea do Papa em tê-lo elevado para o cardinalato por, segundo o jesuíta, ”ser defensor da pauta homossexual”. Tobin chegou a realizar e abençoar uma ”peregrinação LGBTQ” para a catedral.

Este cardeal claramente herege defendeu não somente o comportamento homossexual mas também uniões gays civis e religiosas e a ideologia de gênero. A sodomia, uniões homossexuais, ideologia de gênero e todas estas pautas sempre foram ferozmente repudiadas pela Santa Igreja, basta ler o Catecismo Católico que você já encontra as condenações. Ele já chegou a declarar que ”a Igreja está se movendo sobre a questão de casais do mesmo sexo”. Todas as suas declarações sobre tal tema foram unânimes: ele é um cardeal pró-lobby do homossexualismo.

Tobin já foi acusado de ser homossexual após ter abrigado um ator italiano conhecido por ”suas fotos sem camisa”, se defendeu dizendo que ”temporariamente o abrigava pois o ator estava querendo melhorar seu inglês em uma escola próxima”. Ele também foi acusado, por bispos, de acobertar os escandalosos abusos sexuais do ex-cardeal McCarrick. O cardeal também atacou o Arcebispo Viganò, que acusou McCarrick de abusos sexuais, o chamando de ”sem credibilidade”.

7) CARDEAL COCCOPALMERIO:

Coccopalmerio I

O cardeal Francesco Coccopalmerio é um cardeal modernista de 80 anos. É presidente-emérito do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos.

É abertamente um cardeal que segue o lobby gay. É defensor de mudanças para que a Igreja aceite as uniões homossexuais civis e religiosas. Foi citado na carta do Viganò. Viganò diz que este cardeal pertence diz que este cardeal pertence a um partido homossexualista no Vaticano.

O cardeal Francesco Coccopalmerio, colaborador próximo do papa Francisco, esteve presente no homossexualismo bombardeado pela polícia do Vaticano no verão de 2017, no qual seu secretário, monsenhor Luigi Capozzi, estava presente e foi preso. Seu secretário organizou uma orgia gay no Vaticano regada a cocaína e outras drogas.

Outro cardeal herege e defensor do lobby gay é o Cardeal Tagle.

CONHEÇA O MAIOR ATIVISTA GAY NO VATICANO: o herege jesuíta James Martin. Publicamente luta por todas as pautas sodomitas. É modernista confesso e autor do herético livro ”Build Bridge”.

james martin ii

O POST

 

 

 

Rezemos para que esses cardeais hereges sejam urgentemente excomungados.

Rezemos pelo clero.

Per Christum, Dóminum nostrum.

 

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