Apresentadora americana se recusa a abortar bebê com anencefalia

Apresentadora do canal norte-americano Wish TV, Brooke Martin comunicou no início deste mês que espera uma bebê diagnosticada com anencefalia e acrescentou que, junto com o marido, Cole, decidiu não abortá-la.

“Nossa bebê foi diagnosticada com anencefalia, uma doença rara que faz com que o crânio do bebê não se desenvolva. Descobrimos que é uma menina e que ela não tem possibilidade de sobreviver, mas decidimos prosseguir com a gravidez até quando ela continuar viva”.

A fé de Brooke e do esposo foi a inspiração para o nome da pequena:

“Escolhemos o nome dela: Emma Noelle. Os dois nomes, juntos, soam como Emmanuel, que significa ‘Deus conosco’”.

Anencefalia e manipulação ideológica

Os casos de anencefalia são frequentemente utilizados como um “argumento” para se legalizar o aborto. Entretanto, a forma de tratar o assunto costuma ser impregnada de manipulação emocional unilateral, chegando-se a empregar, em certos discursos pró-aborto, expressões como “gestar um funeral” para “descrever” a gravidez de um bebê com esta condição.

É fato que ainda não existe nenhum tratamento padrão para a anencefalia e que a quase totalidade dos bebês anencéfalos morre logo após o nascimento. No entanto, há muitas controvérsias quanto à forma de lidar com esta situação por parte da gestante e da sua família, com testemunhos de mulheres que levaram a gravidez adiante e consideraram que esta decisão foi determinante para o seu próprio processo de cura psicológica. Trata-se de um processo de aceitação, superação e cura mediante a escolha da vida, semelhante ao que ocorre quando uma vítima de estupro consegue fazer a objetiva separação entre o trauma da violência sexual e a inocência do bebê gestado nesse ato de violência: há muitos relatos de mães para quem o bebê se revelou um “bálsamo” capaz de saná-las, em contraposição aos relatos de vítimas que optaram pelo aborto e depois constataram que, além de manterem o trauma do estupro, ainda acrescentaram a ele o trauma do aborto. Esta perspectiva, porém, é frequentemente omitida no debate público.

Via: Aleteia

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